“Quando eu vejo você… A minha boca seca, a mão congela, o sangue ferve. De onde vem tanto poder? E quando você me vê… O teu sorriso brilha, tudo muda… Me deseja como eu desejo você. E quando eu vejo você… A minha voz embarga, a mente voa, sonho mil loucuras pra te satisfazer. E quando você me vê… O corpo não me avança, o clima esquenta, o nosso dialeto é pra quem sabe entender a linguagem dos olhos. O corpo sabe decifrar… A linguagem dos olhos quem faz o coração falar. Tudo rola sem um toque, sem trocar uma palavra. É telepatia, é paixão desenfreada.”
— Péricles
sábado, 7 de julho de 2012
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