quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
“Chegávamos sempre a um ponto em que eu queria entrar no seu quotidiano e ele fugia. Batia com a porta na casa dele . E bati-lhe também, algumas vezes. Abandoneio-o para sempre quatro ou cinco vezes. Não sei como é que ele fazia para tropeçar em mim sempre que as minhas relações normais estavam a entrar na normalidade absoluta, ou seja, na morte.”
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